segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Datas Comemorativas

Datas Comemorativas





19 de Novembro Dia da Bandeira

Canção da Bandeira

(paródia da música ciranda-cirandinha)

A Bandeira Brasileira
É a imagem do Brasil
É tão linda é a primeira
A primeira entre mil

Tem o verde das montanhas
O amarelo das riquezas
O globo azul é igual ao céu
Meu país é uma beleza
No dia da Bandeira
Vamos todos cantar
E com muita alegria
O Brasil vamos saudar

Desenvolvemos uma bandeira coletiva...primeiro desenhamos o contorno
das mãos das crianças formando a pomba da esperança, além de flores e corações,depois colaram pedaços de papel laminado nas cores da bandeira nacional formando um mosaico. As partes em branco foram pintadas com tinta guache.

Fonte pesquisada:Guia Prático Para PROFESSORAS de Educação Infantil/nov 06

RECURSOS PARA CONTAR HISTÓRIA (placas e fantoches)

RECURSOS PARA CONTAR HISTÓRIA (placas e fantoches)

A Hora do Conto

De todos os recursos que temos para trabalhar com os nossos aluno,contar história principalmente na educação infantil é o recurso que atinge objetivos mais rápido, por mexer principalmente com o imaginário das crianças,com a fantasia, com o lúdico.

Passos a seguir:
1° Passo
Prepare o ambiente
2° Passo
Transforme-se em contador de histórias, vista suas roupas e pegue o seu baú, sua maleta,etc.
3° Passo
Faça uma roda com as crianças
4° Passo
Com as crianças em roda cante os versos abaixo com a música Ciranda,cirandinha
Cantiga Inicial
Ô abre a roda,tindolelê
Ô abre a roda, tindolalá
Ô abre a roda,tindolelê...
Tindolêlê,ê
Tindolálà,á
Cantiga para sentarem
Ô senta em roda tindolelê
Ô senta em roda tindolalá
Vamos ficar todos quietinhos
Que a brincadeira vai começar
5° Passo
Promova uma brincadeira em roda. Por exemplo:Batata quente/roda-de anel
6° Passo
Agora é hora de cantar uma cantiga, de preferência de ritmo calmo e que esteja relacionada com a história.
7° Passo
Inicie a história com palavras mágicas: Era uma vez...,Há muito...muito tempo...,
8° Passo
Depois de finalizar a história, utilize a cantiga inicial, com uma pequena variação
Desfazendo a roda tindolelê
Desfazendo a roda tindolalá
Tindolelé,tindolalá
Não sou eu que caio lá
9° Passo
Ao terminar a Hora do Conto, promova uma atividade de desenvolvimento da linguagem oral. Converse com as crianças sobre a história, fazendo perguntas sobre os personagens e fatos ocorridos no desenrolar dela.
Deixe as crianças,ouvinte,sentir o conto e só no dia seguinte desenvolva o projeto da história






Movimentos História do Boneco de Borracha

Movimentos

História do Boneco de Borracha

Objetivo: adquirir consciência corporal, lateralidade e equilibrio
Metodologia: educador e crianças dramatizam o boneco de borracha

  • Era uma vez um boneco de borracha que ficava de todos os jeitos com o corpo, mas não falava, não fazia barulho e mexia-se bem devagar.
  • Ele gostava de passear no jardim olhando as flores coloridas, os pássaros, as borboletas e as abelhas que voavam no alto.
  • De repente, veio um vento forte...nossa! o boneco de borracha ficou tonto e agora ele anda todo torto, virado só para um lado. E assim ele continua o passeio, ufa! O vento parou, e ele então voltou ao normal. Agora conseguia andar tanto para frente como para trás.
  • O vento voltou de novo. Ai, ele entortou-se para frente e anda olhando para baixo. Parece até que procura alguma coisa no chão.
  • Mas de repente, o vento mudou de direção e fez o boneco entortar-se para trás. Agora ele só vê o que está lá no alto: o céu, os pássaros e as borboletas.
  • Finalmente, o vento parou de vez. O boneco de borracha endireitou-se e continuou o passeio observando tudo que estava ao seu redor.
  • Engraçado é que quando o boneco de borracha chegava perto de uma árvore ficava bem magrinho e bem comprido, do tamanho da árvore. Então o boneco andava elegante, esticado e comprido, quase alcançando o céu.
  • Quando chegava perto de uma roseira e sentia o cheiro das rosas, o boneco ficava todo gordo e pesado como um elefantinho. Para andar até fazia um barulhão.
  • Ah! O boneco de boracha estava cansado de tanto passear. Então ele deitou no chão para descansar e ...surpresa! Ele ficou pequenininho, encolhidinho. Podia até caber numa caixa de sapato. Bem pequeno mesmo.
  • De repente crescia, espalhava-se para todos os lados, crescia, crescia e crescia. Crescia tanto que ocupava um grande espaço no chão.
  • Ficava pequeno de novo, pequeno, pequeno, bem pequeno e adormecia todo pequenininho.
  • Até que amanheceu o sol. O boneco de borracha, que estava quietinho, foi se mexendo devagar, esticando-se para todos os lados, esticando os pés, as pernas, o tronco, os dedos, as mãos e os braços.
  • Ele levantou e virou gente, agora sim, ele consegue conversar, falar bem baixinho, com quem está perto dele.
  • Essa é a história do boneco de borracha que virou gente.
As Sementinhas
Objetivos: expressão corporal e ciências: germinação
Figurino:
  1. Sementinhas: crianças vestidas de collant e touca marrom
  2. Chuva: uma criança com branco e tiras de papel laminado nos braços e abaixo do pescoço
  3. Sol: uma criança com collant amarelo com máscara de sol.
  • Várias sementinhas pequeninas estavam escondidas no chão (as crianças se ajoelham e encostam a testa no chão)
  • Elas dormiam um sono....sossegado e bom (viram a cabeça de lado e fecham os olhos)
  • Veio a chuva e molhou as sementinhas, e depois o sol brilhou lindo no céu (crianças que serão a chuva movimentam os braços para cima, para baixo, mexmendo os dedos/ a criança que será o sol também)
  • De repente as sementinhas acordaram (as crianças abrem os braços e bocejam)
  • Devagarinho...bem devagarinho...as plantinhas começaram a aparecer (começam a levantar-se lentamente)
  • Esticaram os galhos e ficaram ajeitadas (esticam os braços um a um)
  • Depois...cresceram,cresceram, e enroscaram-se no varal (vão se esticando, braços no alto, na ponta dos pés e dão um pulo)
  • E cheinhas de flores alegraram o quintal (dão um giro no lugar, braços ao alto mexendo as mãos).






fonte: revista Projeto Escolares Educação Infantil
revista Nova Escola/dez 06

Avental com Fantoches

Avental com Fantoches

Ótimo recurso para contar histórias, com criatividade...




Fantoches feito de dobradura...



Fonte: Professor sassá Especial Contando Histórias

Expressão Facial

Expressão Facial









Fonte pesquisada: Revista Professor Sassá Especial Contando Histórias

Livro Arte e Habilidade vol.1

Revista Guia Prático Para Professoras de Educação Infantil 03/06

PROJETO FAMILIA

PROJETO FAMILIA









Era Uma Vez

Era Uma Vez


Festinhas
Pronto! Lá vem de novo
as festas juninas!
Vão me vestir de mendigo,
com uma roupa remendada,
amassar o meu dedão
numa bota apertada
e sujar a minha cara
com bigode de carvão.
Que baita humilhação!
E, depois, vem o pior:
vou ter que dançar a quadrilha
abraçado com a Maria,
e rever minha vergonha
em vídeo e fotografia!
Que destino apavorante
é enfrentar cara a cara
uma menina sardenta,
com trancinha de barbante!
Socorro, São Pedro!
Me acuda, Santo Antônio!
Me salva, São João!
fonte: Abobrinha Quando Cresce, Carlos Queiroz Telles,1ª edição




É Siri, É Bebê, É Corda

Lá em casa mora um siri. Não fui eu quem trouxe, não.
Ele veio me seguindo pela praia. Atravessou a rua, desviou dos carros. Eu só espiava. Ele vinha atrás.

O siri não tem cama. Dorme na tigela de comida do cachorro porque já levou um beliscão no focinho.
Eu não sei o que o siri come, nem o que ele bebe.
Mas ele continua vivo e mora nessa casa faz tempo. Acho que ele engordou.
Minha mãe também engordou.
Eu perguntei pra minha mãe:
- O que tem aí dentro da sua barriga?
Ela respondeu com uma cara toda feliz:
-Um bebê. Seu irmão.
Eu fiquei lembrando do siri e fiz outra pergunta:
-Será que o siri também tem um bebê na barriga?
Minha mãe fez cara de quem não sabia o que dizer. Mas disse:
-Ah, siri não. Siri põe ovo.
-E você não põe?
-Claro que não!
-Você tem certeza que o bebê tá dentro da sua barriga, mãe?
-Tenho ,filho.
-E porque você comeu ele?
Minha mãe deu uma gargalhada. Me abraçou bem comprido e disse que ia me explicar tudo, tintim por tintim,mais tarde. Ela falou assim:tintim por tintim.
Então eu me esqueci do siri, do bebê e só pensei:
"Tintim é o barulho que os copos fazem quando os adultos batem um contra o outro em dia de festa". Aí comecei a lembrar do meu aniversário...
Por que será que meu pensamento pensa desse jeito?
Quer dizer, por que ele fica pulando de uma idéia para outra sem parar?
Aliás por falar em pular...
Alguém quer pular corda comigo?
fonte: revista Nova Escola,08/07



Dona Licinha

A senhora não me conhece. Faz tanto tempo e me lembro de detalhes do seu jeito, sua voz, seu penteado e roupas...A senhora ensinava na 3ªsérie B e eu era aluna da 3ªséire C no Grupo Escolar do Tatuapé...Passava no corredor fazendo figa para mudar de classe, pra minha professora viajar e nunca mais voltar, pra diretora implicar e me mandar pra 3ªB...Nunca tive tanta inveja das crianças da série B...
Lembro que na sua sala se ouviam risadas quase o tempo todo. Maior gostosura! De vez em quando, um enorme silêncio quebrado por sua voz suave..era hora de contar histórias. Suspirando, eu grudava na janela e escutava o que podia...Também muitos piques e hurras, brincadeiras correndo solto. Esconde-esconde, telefone sem fio, campeonato de Geografia. Tanto fazia a aprontação inventada. Importava era sentir a redonda correnteza dos alunos.
A sua sala era colorida com desenhos das crianças, em painel com recortes de revista e jornais, figurinhas bailando em fios pendurados, mapas e fotos...Uma lindeza rodopiante mudada toda semana! Vi pela janela seus alunos fantasiados, pintados, emperucados, representando cenas da História do Brasil! Maior maravilhamento! Demorei, entendi. Quem nunca entendeu foi minha professora...Seu segredo era ensinar brincando. Na descoberta! Na contenteza!
Nunca ouvi berros, um "Cala boca", "Aqui quem manda sou eu" e outras mansidões que a minha professora dizia sem cansar. Não escutei ameaças de provas de sopetão, castigos, dobro da lição de casa, chamar a diretora, com que a minha professora me aterrorizava o tempo todo...
Dona Licinha, eu quis tanto ser sua aluna quando fiz a 3ªsérie. Não fui...Hoje,tanto tempo depois, sou professora. Também duma 3ªsérie. Agora sou sua colega...Só não esqueço que queria estar na sua classe, seguir suas aulas risonhas, sem cobranças, sem chateações, sem forçar barras, sem fazer engolir o desinteressante. Numa sala colorida, iluminada, bailante. Também quero ser uma professora assim. Do seu jeito abraçante.
Hoje vi uma garotinha me espiando pela janela. Arrepiei. Senti que estava chegando num jeito legal de estar numa sala de aula...Por isso resolvi escrever para a senhora. Vontadona engolida por décadas. Tinha que dizer que continuo querendo muito ser aluna de Dona Licinha. Agora, aluna de como ser professora. Fazendo meus alunos viverem surpresas inventivas.

Um abraço apertado, cheinho de gostosura, de ciça.


fonte: revista Nova Escola,10/01